terça-feira, 24 de outubro de 2017

WhatsApp libera novo design de emojis no Android

No começo de outubro o WhatsApp anunciou um design próprio para os emojis dentro do mensageiro, e agora usuários do Android já começaram a receber os novos ícones.

Os novos emojis já tinham aparecido em versões beta do WhatsApp para Android, e agora foram liberados na versão estável do app. As diferenças não são tão fáceis de serem notadas: os emojis continuam sendo baseados nos que a Apple fez, com pequenas alterações que dão uma cara especial a eles.


Além do design, o WhatsApp também incluiu novos emojis para os usuários, como uma girafa, um ouriço, e um tiranossauro rex, entre outros (confira abaixo).

Os novos emojis apareceram na versão 2.17.386 do WhatsApp para Android. Ainda não há informação de quando eles devem ser lançados em outras plataformas.

Fonte: OlharDigital


A história por trás do texto que derrubou Travis Kalanick e deu início a uma avalanche de problemas para a Uber será transformada em filme.

Susan Fowler, a engenheira que denunciou a existência de uma cultura sexista dentro da empresa de transportes, fechou contrato com a Good Universe para levar às telonas um projeto que vem sendo chamado de "Disruptors", segundo reporta o Deadline.

O roteiro ficará nas mãos de Allison Schroeder, de "Estrelas Além o Tempo", e a produção está com Kristin Burr, ex-executiva da Disney e que vem comparando o filme com "A Rede Social", que conta a história de como nasceu o Facebook.

A própria Fowler está prestes a publicar um livro com mais detalhes sobre como se deu sua passagem pela Uber, que, além da saída de Kalanick, fundador e até então CEO, também provocou a partida de mais de 20 funcionários.

Fonte: OlharDigital

Facebook testa mudança que tira todas as páginas do feed principal



Quando o Facebook ligou o Feed de Exploração, na semana passada, usuários da rede social no Sri Lanka, Bolívia, Eslováquia, Sérvia, Guatemala e Camboja receberam uma versão diferente do recurso.

A empresa escolheu os seis países para realizar um teste que, ao ser tornado público por um jornalista esloveno chamado Filip Struhárik, no sábado, 21, deixou a imprensa e as marcas que usam o Facebook como plataforma de divulgação de cabelo em pé.
Se no Brasil o Feed de Exploração serve para descobrir conteúdo de quem você não segue, naqueles países o Facebook passou a usar esse espaço como único meio de exposição corporativa. Isso significa que o feed principal ficou reservado para posts de pessoas conhecidas, enquanto no de Exploração ficou todo o resto — em outras palavras, as páginas.
Como consequência da mudança, "páginas estão vendo quedas dramáticas em alcance orgânico", escreveu Struhárik. "O alcance de várias páginas do Facebook questionadas caiu na quinta e na sexta-feiras em dois terços quando comparado com dias anteriores."

Uma série de veículos especializados internacionais repercutiram o assunto ontem, o que forçou o Facebook a se pronunciar. "Sempre escutamos nossa comunidade sobre como podemos melhorar a News Feed", escreveu o diretor responsável pela área, Adam Mosseri.

"As pessoas nos dizem que querem uma forma mais fácil de ver posts de amigos e família. Estamos testando ter um espaço dedicado para que as pessoas possam manter contato com seus amigos e familiares, e outro espaço separado, chamado Exploração, com posts de páginas."

Embora tenha assegurado que não há planos para expandir os testes globalmente por enquanto, Mosseri deixou claro que a empresa estuda ativamente maneiras de encontrar uma solução para o problema apontado pelos usuários.

"O objetivo desse teste é entender se as pessoas preferem ter espaços separados para conteúdo pessoal e público", explicou. "Vamos ouvir o que as pessoas dizem sobre a experiência para entender se é uma ideia que vale a pena seguir adiante."

Fonte: OlharDigital

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Nova ameaça pode desestabilizar a internet no mundo todo; entenda o problema.




         Em 2016, a internet mundial ficou impactada quando um mega-ataque à empresa de DNS Dyn levou vários serviços online a ficarem inacessíveis. Na ocasião, o ataque DDoS utilizou uma botnet chamada Mirai para sobrecarregar a companhia e criar um efeito dominó na rede. Agora, uma ameaça muito pior está se preparando para criar estragos ainda maiores, como alertam especialistas.

        A Mirai era uma rede de dispositivos conectados controlados remotamente. A ideia era bem simples: varrer a internet procurando câmeras, geladeiras, fogões, lixeiras e basicamente todo tipo de objeto conectado (a famosa Internet das Coisas) que não tivessem a proteção adequada. O sistema procurava esses aparelhos e testava combinações de login e senha padrão de fábrica ou estáticas para tomar controle e utilizá-los em ataques em massa como o que atingiu a Dyn.

        A nova ameaça, descoberta pela empresa de segurança chinesa Qihoo 360 e pela israelense CheckPoint, tem potencial para ser muito pior. Chamada tanto de “Reaper” quanto de “IoT Troop”, essa rede vai além de procurar por essas credenciais padrão de fábrica: ela usa técnicas para hackear esses objetos conectados mesmo sem saber combinação de login e senha.

          A botnet Reaper foi criada com base no código da Mirai, mas o potencial para danos é ainda maior. A revista Wired dá uma explicação ótima sobre a diferença: “é a diferença entre apenas ver se a porta estar destrancada e arrombar fechaduras para entrar em uma casa”. Esse método novo já arrebanhou mais de 1 milhão de dispositivos que estão prontos para serem usados em algum ataque. E o número só cresce.

          Ainda não há registros de um ataque usando a rede Reaper, mas seu potencial é imenso, podendo deixar para trás o impacto causado pela Mirai, justamente pela capacidade de hackear dispositivos com um nível adequado de proteção.

Segundo a CheckPoint, o malware já tem ferramentas para dominar roteadores D-Link, Netgear e Lynksys, além de câmeras conectadas vendidas por marcas como Vacron, GoAhead e AVTech. Muitas das vulnerabilidades usadas, no entanto, já foram corrigidas pelas fabricantes, mas não é um hábito do consumidor comum atualizar o firmware de seus eletrônicos.

             A questão que resta é saber qual é o objetivo das pessoas ainda não identificadas por trás da Reaper. A rede ainda não foi usada para ataques, mas os aparelhos infectados por ela podem receber novos códigos para serem utilizados para diversos objetivos. Isso dito, vários dos dispositivos não servem para muito mais do que munição para DDoS, o que gera a pergunta sobre qual é o alvo. “Nós não sabemos se eles querem apenas criar caos global eles têm algum alvo ou indústria que querem derrubar?”, pergunta Maya Horowitz, diretora da equipe de pesquisas da CheckPoint.

Fonte: OlharDigital

Anatel rejeita proposta de trocar multas da Oi por investimentos


A Anatel recusou uma proposta da Oi para trocar multas aplicadas à operadora por investimentos. A empresa não ofereceu garantias de que conseguiria cumprir o acordo, segundo o órgão, e por isso a proposta foi rejeitada por unanimidade pelo Conselho Digital da Anatel.

A decisão da Anatel deixa a Oi em uma situação complicada. A operadora entrou com um pedido de recuperação judicial em junho de 2016 e prepara o anúncio de um plano de recuperação, que deve ocorrer em uma assembleia de credores da Oi marcada para 6 de novembro.

Segundo a Folha, o pedido da Oi envolvia a troca de multas que chegam a R$ 5 bilhões por investimentos, e ele era considerado fundamental para o plano de recuperação da empresa.


Em nota, a Anatel disse que a Oi não deu garantias de que teria recursos suficientes para cumprir o acordo de investimentos. “O andamento não satisfatório das tratativas voltadas à construção de um plano de recuperação judicial sustentável para o Grupo Oi trouxe à agência questionamentos sobre a capacidade de o grupo honrar os compromissos que viriam a ser assumidos no âmbito dos TAC’s [Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta]”, afirmou o órgão.

A Oi entrou com o maior pedido de recuperação judicial da história do Brasil em junho de 2016. As dívidas da operadora chegam a R$ 65 bilhões.

Fonte: OlharDigital

Kaspersky abre seu software para rebater acusações de espionagem



A empresa de segurança Kaspersky está tendo um ano difícil quando o assunto é a relação com os Estados Unidos. Em uma tentativa de resolver essa situação, a empresa russa está abrindo o código-fonte do seu software antivírus para análises independentes de terceiros.

Segundo informações divulgadas pela Reuters, a empresa afirmou em uma declaração que enviaria o código-fonte de seu software e futuras atualizações de produtos para análise de especialistas em segurança para provar que seus produtos não foram usados por hackers ou pelo governo russo para espionar o governo norte-americano.

O objetivo é abrir três “centros de transparência” na Europa, Ásia e Estados Unidos até 2020, sendo que o primeiro deve começar a funcionar em 2018. Através desses centros, qualquer pessoa poderá acessar os resultados das análises externas. "Não temos nada a esconder", afirma o presidente e CEO da companhia, Eugene Kaspersky. "Com essas ações, poderemos superar a desconfiança e apoiar o nosso compromisso de proteger as pessoas em qualquer país do nosso planeta."
A Kaspersky não nomeou os revisores externos, mas disse que eles terão fortes credenciais de segurança de software e serão capazes de realizar auditorias técnicas, revisões de código-fonte e avaliações de vulnerabilidades.

AO VIVO - 23.10.17



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